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	<title>Arquivo de Criança - Clínica de Psicologia e Neuropsicologia Recanto PSI</title>
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	<description>Clínica de Psicologia na Tijuca RJ, Especialistas em Terapia para Depressão e Ansiedade, Psicólogo Infantil, Avaliação Neuropsicológica, Online e Presencial.</description>
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	<title>Arquivo de Criança - Clínica de Psicologia e Neuropsicologia Recanto PSI</title>
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		<title>Como o brincar pode ajudar no desenvolvimento infantil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Barcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 18:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada criança é um ser único que aprende da sua maneira, em seu ritmo, mas é importante estar atento ao desenvolvimento esperado para cada faixa etária. Principalmente, nas questões da fala, do andar, pois tanto a falta de estímulos, quanto os estímulos demasiados e fora do percurso natural podem acarretar problemas futuros. Mas como você [&#8230;]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Cada criança é um ser único que aprende da sua maneira, em seu ritmo, mas é importante estar atento ao desenvolvimento esperado para cada faixa etária.</p>



<p>Principalmente, nas questões da fala, do andar, pois tanto a falta de estímulos, quanto os estímulos demasiados e fora do percurso natural podem acarretar problemas futuros.</p>



<p>Mas como você pai pode identificar? Diante dessas situações, vocês pais, cuidadores, precisam estar atentos a qualquer sinal de retardo no desenvolvimento da criança.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>O que é Primeira Infância?</strong></p>



<p>Após o nascimento, desde os primeiros meses de vida, o bebê precisa ser estimulado através de interações para que obtenha uma boa capacidade cognitiva e desenvolva percepções motoras, visuais, auditivas e através de conversas para que desenvolva a linguagem oral.</p>



<p>Quando a criança pedir algo somente apontando com o dedo, é importante que os pais estimulem que ela diga verbalmente o que precisa, pois, é uma forma de ajudá-la a desenvolver a linguagem. Não se deve repetir palavras erradas como reforço de algo bom.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o processo de imitação de sons, palavras e movimentos, dos 2 aos 6 anos, são fundamentais para o desenvolvimento cognitivo e a construção de memórias.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Dica para você sobre essa faixa etária: é importante que os adultos procurem dar bons exemplos, como falar corretamente, a fim de evitar que a criança pronuncie repetidamente algo engraçado, porém errado. </p></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Do Maternal ao Ensino Fundamental, o que preciso saber?</strong></p>



<p>Sabia que por volta dos 3 a 7 anos as crianças costumam ampliar o vocabulário, a atenção, a percepção, a capacidade de lembrar dos fatos e as habilidades de interação.</p>



<p>Já dos 7 aos 11 anos, aparece com muita intensidade o autocontrole, autorregulação e autoconsciência. As crianças já se tornam capazes de verbalizar os sentimentos, compreender os perigos reais e as regras do mundo adulto.</p>



<p>Fique atento a essa situação: em caso dos pais, cuidadores e professores notarem alguma dificuldade no desenvolvimento ou aprendizagem da criança, é imprescindível que busquem ajuda de profissionais da psicologia.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Como identificar que algo pode estar errado?</strong></p>



<p>Veja a seguir fatores no quais os cuidadores devem ter atenção durante todo o desenvolvimento da criança:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Recém-nascido: </strong>não reage a movimentos; não move a cabeça; não emite sons. </li><li><strong>3 a 9 meses: </strong>não tem interesse social; não responde ao sorriso, se mantém apático ou com muita irritabilidade; não emite sons; não se interessa ou segura objetos; não se sustenta sentado; não imita sons.</li><li><strong>1 a 3 anos: </strong>não interage com brinquedos ou com outras crianças; não responde quando é chamada pelo nome; não fala palavras ou frases curtas; tem pouca relação afetiva com pessoas próximas.</li><li><strong>3 a 7 anos: </strong>não tem agilidade no andar, correr e pular; linguagem pouco desenvolvida; raramente faz perguntas; não aprende a fazer atividades diárias sozinha, como se vestir, escovar os dentes, tomar banho, etc. </li><li><strong>7 a 11 anos: </strong>sinais de baixa autoestima; impulsividade; desatenção; dificuldade de memorização; isolamento social; resistência a ordens e regras; indecisão frente a situações simples; ansiedade. </li></ul>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Agora, quais são os 5&nbsp; transtornos psicológicos mais comuns em crianças?</strong></p>



<p>Veja a seguir alguns transtornos que as crianças podem desenvolver e seus sintomas principais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Depressão infantil</strong> &#8211; Distúrbio do humor que se manifesta através da tristeza em excesso, isolamento social, medo de se separar dos pais e falta de energia e/ou interesse em brincar, às vezes falta de apetite, irritabilidade, sentimento de inferioridade em relação aos amiguinhos, entre outros.</li><li><strong>Ansiedade</strong> &#8211; Nas crianças interfere em brincadeiras com colegas, rendimento escolar e convivência familiar, pois elas acabam desenvolvendo uma diversidade de medos e preocupações. </li><li><strong>Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) </strong>&#8211; A criança costuma apresentar sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade. Muitas vezes, cometem erros por falta de atenção e tem dificuldade para seguir instruções simples. </li><li><strong>Transtorno Desafiador Opositivo </strong>&#8211; A criança desobedece e desafia os pais ou figuras de autoridade, como professores e familiares mais velhos. Costuma, violar regras, ser maldosa e brigar com os outros de propósito..</li><li><strong>Transtorno do Espectro Autista (TEA) </strong>&#8211; as características principais de uma criança com TEA são dificuldade de comunicação e interação social, podendo ser hiperativa ou muito passiva. </li></ul>



<p>Entenda que a criança também tem sentimentos, e quando algo a preocupa, que a faz sentir-se mal, às vezes faz com que você sinta vontade de chorar, de brigar com alguém ou de ficar sozinho.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Dica: As crianças também têm problemas, assim como os adultos. Os sinais podem ser observados através de comportamentos e expressões emocionais delas.</p></blockquote></figure>



<p><strong>Você sabe a importância do brincar para o desenvolvimento da criança?</strong></p>



<p>Para um desenvolvimento saudável é preciso que as crianças sejam sempre estimuladas. Diante disso, vale ressaltar que o brincar é muito importante no processo de construção do conhecimento, através da brincadeira a criança passa a se inserir na sociedade, aprende a compartilhar, tolerar, compreender.</p>



<p>As crianças brincam com seus sentimentos melhor do que falam sobre eles. Assim, os terapeutas de crianças escutam, observam e ajudam-nas a compreender suas emoções enquanto elas recreiam-se.</p>



<p>Os materiais lúdicos são instrumentos fundamentais para a psicoterapia infantil, pois, podem ser utilizados pelo psicoterapeuta como uma forma de ensiná-las a se comportar de forma adequada frente a determinadas situações e auxiliá-las no desenvolvimento social, físico, emocional e intelectual.</p>



<p>Nas brincadeiras de faz de conta, as crianças usam a imaginação e fazem representações do mundo adulto, ao ouvir e ler historinhas, ampliam o vocabulário e despertam curiosidade, nos desenhos, conseguem expressar seus sentimentos e desenvolver habilidades motoras com as mãos.</p>



<p>Hoje em dia, existem diversos jogos com propostas pedagógicas para cada idade, disciplina e objetivo.&nbsp;</p>



<p>Quanto mais as crianças conversam sobre o que sentem, mais seus problemas vão ficando menores. Melhorar requer esforço e cuidado e é possível com o trabalho de um profissional dedicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a href="https://clinicarecantopsi.com.br/terapiainfantil/" data-type="URL" data-id="https://clinicarecantopsi.com.br/terapiainfantil/">Seu filho precisa de ajuda para lidar com alguma dificuldade na escola ou para melhorar um comportamento? Que tal conversar com uma psicóloga? Clique Aqui.</a></h2>
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		<title>O que é Ansiedade na Gravidez, o que causa no bebê e como tratar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Barcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 19:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
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		<category><![CDATA[Transtorno de Ansiedade Generalizada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gravidez é um período de muitas transformações físicas e mentais nas mulheres: ganho de peso, alterações de humor, desejos de grávida, nova dinâmica familiar, sentimentos bons e ruins a flor da pele o tempo todo. São, geralmente, muito mais nove meses numa montanha russa corporal e emocional desde a concepção até os primeiros anos da criança.</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://clinicarecantopsi.com.br/wp-content/uploads/2020/12/pregnant-woman-feeling-happy-1024x603.jpg" alt="" class="wp-image-4365"/><figcaption>A Ansiedade Perinatal é um problema que pode causar até Pré-Eclâmpsia. Saiba como tratar. Foto: <a href="https://www.freepik.es/fotos/bebe">Foto de Bebé creado por wirestock &#8211; www.freepik.es</a></figcaption></figure>



<p class="has-drop-cap">A gravidez é um período de muitas transformações físicas e mentais nas mulheres: ganho de peso, alterações de humor, desejos de grávida, nova dinâmica familiar, sentimentos bons e ruins a flor da pele o tempo todo. São, geralmente, muito mais de nove meses numa montanha russa corporal e emocional desde a concepção até os primeiros anos da criança.</p>



<p>E uma das coisas que muitas mamães passam sem saber é a chamada Ansiedade Perinatal, que ocorre durante a gestação e pode se perdurar até 4 meses depois da gravidez. Conheça agora as principais causas, sintomas, e consequências da Ansiedade Perinatal para a mamãe e seu bebê.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais Causas</h2>



<p>A Ansiedade Perinatal tem diversas origens, entretanto, mamães que passaram por algum quadro traumático ou estressante em outras gestações ou durante a em questão tem maior tendência de desenvolver a doença. Os principais motivos para a Ansiedade Perinatal são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Perda de bebês em gestações anteriores </li><li>Perda de entes queridos recentemente ou durante a gravidez</li><li>Violência Doméstica</li><li>Acidentes</li><li>Doenças Crônicas</li><li>Histórico Familiar da Doença</li><li>Transtornos de Ansiedade Pré Adquiridos</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Principais Sintomas da Ansiedade Perinatal</h2>



<p>Identificar a Ansiedade Perinatal não é uma tarefa simples, pelo simples fato de que muitos dos sintomas como sudorese, dificuldades para respirar, tremores, insônia e cansaço também são associados a própria gravidez, por isso, fique atenta aos sintomas relacionados ao lado emocional, pois o mesmo é o principal indicador de um problema psíquico.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Medo de perder o bebê</li><li>Medo de ser incapaz de criar bem a criança</li><li>Mente hiperativa</li><li>Insônia por excesso de pensamentos.</li><li>Preocupação Excessiva</li><li>Sensação de Desespero</li><li>Pensamentos Catastróficos</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Consequências da Ansiedade Perinatal</h2>



<p>A Ansiedade, assim como a própria gravidez, gera alterações biológicas no corpo da pessoa. No caso da gestante, essas alterações podem afetar diretamente o feto causando consequências para a mãe e a criança durante e após a gravidez.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Diminuição da oxigenação da placenta e do feto devido ao menor fluxo sanguíneo</li><li>Depressão pós-parto</li><li>Incapacidade de amamentar</li><li>Bebê mais irritável</li><li>Complicações Obstétricas</li><li>Maior dor no trabalho de parto</li><li>Pré-eclâmpsia</li><li>Hemorragia e Infecções</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como tratar a Ansiedade Perinatal?</h2>



<p>Como toda doença, a Ansiedade durante a gestação deve ser tratada assim que percebida pelo paciente, e existem algumas formas de tratar o problema, seja de forma mais leve ou mais profunda. Seguem algumas das indicações de tratamento para a doença:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Terapias</li><li>Psicoterapia</li><li>Yoga</li><li>Meditação</li><li>Exercícios físicos</li><li>Terapia em grupo (a fim de trocar experiências e vivências com outras gestantes)</li></ul>



<p>Caso você busque por Psicoterapia, entre em contato com a gente através do número (21) 4141-9664.</p>



<p><a href="https://clinicarecantopsi.com.br/psicoterapia-para-ansiedade/">Saiba mais sobre Ansiedade clicando aqui.</a></p>
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		<title>Como tratar a depressão infantil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Barcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 16:19:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A depressão infantil é um problema que, segundo dados da OMS, atinge cerca de 1 a 3% da população global de pessoas com a doença. Esses números podem ser ainda maiores se considerarmos o fato de que normalmente a depressão infantil demora a ser diagnosticada, pois os pais tendem a procurar um outro especialista para tentar identificar a causa da mudança de comportamento da criança: oftalmologistas, pediatras, etc.</p>
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<p>A depressão infantil é um problema que, segundo dados da OMS, atinge cerca de 1 a 3% da população global de pessoas com a doença. Esses números podem ser ainda maiores se considerarmos o fato de que normalmente a depressão infantil demora a ser diagnosticada, pois os pais tendem a procurar um outro especialista para tentar identificar a causa da mudança de comportamento da criança: oftalmologistas, pediatras, etc.</p>



<p>Essa busca por uma causa da mudança de comportamento é devido aos sintomas comuns da depressão que podem ser associados a outras doenças. Observe se seu filho não demonstra interesse por nenhum tipo de brincadeira, se possui falta de concentração, se a todo momento está com alguma dor ou enjoado não querendo se relacionar com ninguém além das figuras de referência como pai e mãe, queda ou aumento no apetite, sonolência, falta de vontade de conversar, dentre outros.</p>



<p>As causas da depressão infantil são muito diversas, podendo ser oriundas de aspectos genéticos ou ambientais. Traumas, brigas e separações na família, ambiente nocivo na escola, problemas de convivência dentro da família principalmente com a mãe, abusos ou até mesmo um histórico de depressão na sua árvore genealógica. Um fato importante é que quando o pai e a mãe possuem ou já conviveram com a doença, a criança possui até 5 vezes a mais de chances de desenvolver a depressão do que uma criança que não possui histórico familiar.</p>



<p>O tratamento da depressão infantil se dá, principalmente, abordando a causa principal do aparecimento da doença através de diversos tipos de terapia. É muito importante compreender que o fator ambiental precisa ser cuidado. Não adianta uma criança iniciar uma terapia se o problema vem de brigas constantes entre familiares, sendo necessário que, em alguns casos, os pais também comecem um tratamento terapêutico. Entre as terapias mais comuns no tratamento da depressão infantil, podemos citar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>terapia comportamental-cognitiva: que busca tratar os pensamentos que causam e mantêm a depressão</li><li> terapia interpessoal:que busca melhorar o relacionamento entre a criança e outras pessoas.</li><li> tratamento baseado em mentalização: um trabalho terapêutico que envolve a família.</li></ul>



<p>Além das terapias, pode ser necessário, dependendo do grau da doença, uma intervenção medicamentosa, que neste caso deve ser feita em conjunto com o pediatra e o psiquiatra infantil.</p>



<p>Caso você perceba que seu filho esteja precisando de ajuda, entre em contato com a gente hoje mesmo. Nosso whatsapp é (21) 4141-9664 ou através do nosso site.</p>



<p>Fontes: https://drauziovarella.uol.com.br/psiquiatria/depressao-infantil-existe-e-tem-tratamento/<br>
https://www.minhavida.com.br/familia/materias/20617-depressao-infantil-como-identificar-os-sintomas-e-tratar-o-problema-em-criancas</p>
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		<title>Depressão Infantil: Quais os sintomas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Barcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 14:55:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; DEPRESSÃO INFANTIL: QUAIS OS SINTOMAS? A depressão infantil pode ter sintomas bastante diferentes da depressão adulta. Isso porque as crianças nem sempre conseguem identificar e nomear os próprios sentimentos, tampouco procurar ajuda. Assim, é fundamental que pais e educadores conheçam os sintomas da depressão infantil a fim de procurar a ajuda necessária. Identificar os [&#8230;]</p>
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<div class="post_text">
<div class="post_text_inner">
<h2><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://recantopsi.com.br/wp-content/uploads/2017/09/infantil.jpg" /></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2 class="entry_title">DEPRESSÃO INFANTIL: QUAIS OS SINTOMAS?</h2>
<p><strong>A depressão infantil pode ter sintomas bastante diferentes da depressão adulta.</strong><br />
Isso porque as crianças nem sempre conseguem identificar e nomear os próprios sentimentos, tampouco procurar ajuda.<br />
Assim, é fundamental que pais e educadores conheçam os sintomas da depressão infantil a fim de procurar a ajuda necessária.<br />
Identificar os sintomas é o primeiro passo no processo de tratamento desse transtorno. Essa etapa nem sempre é fácil, já que muitos são confundidos com birra, timidez ou necessidade de chamar a atenção.<br />
Lembre-se que o diagnóstico deve ser realizado por um profissional psicólogo.</p>
<p><strong>Principais sintomas da depressão infantil</strong><br />
A depressão infantil aparece com características diferentes de acordo com o estágio de desenvolvimento da criança.<br />
Embora poucos saibam, o transtorno pode acometer até mesmo bebês durante primeira infância – bebês entre seis meses e dois anos.<br />
A depressão, de fato, não tem idade para acontecer, e está presente entre 1 e 2% das crianças em fase pré-escolar e entre 3 e 8% dos adolescentes.<br />
Aprenda a identificar os sintomas da depressão infantil em qualquer fase.</p>
<p><strong>Entre seis meses e dois anos:</strong><br />
Expressão facial triste;<br />
Apatia;<br />
Perda de peso;<br />
Dificuldade em ganhar o peso esperado;<br />
Choro sem causa orgânica;<br />
Irritabilidade;<br />
Insônia;<br />
Atraso na linguagem e na parte motora.</p>
<p><strong>Entre dois e seis anos:</strong><br />
Inquietação motora;<br />
Retraimento e choro frequente;<br />
Recusa em se alimentar;<br />
Perturbação do sono;<br />
Apatia;<br />
Não resposta a estímulos visuais e verbais;<br />
Mudança súbita e inexplicável de comportamento;<br />
Queixas de dores de cabeça e de estômago;<br />
Dificuldade de se separar ou separações sem reação;<br />
Isolamento social;<br />
Linguagem, movimento ou reações lentas.</p>
<p><strong>Entre seis e 12 anos:</strong><br />
Irritação;<br />
Redução no interesse por brincadeiras;<br />
Dores somatizadas (pernas, cabeça, barriga);<br />
Fisionomia triste e/ou de lamentação;<br />
Diminuição de apetite e peso abaixo do esperado para idade;<br />
Agitação psicomotora ou hiperatividade;<br />
Retardo psicomotor;<br />
Distúrbio do sono;<br />
Balanceios, estereotipias ou outros movimentos repetitivos;<br />
Regressão da linguagem, ecolalia;<br />
Recusa em ir para a escola dificuldade de concentração e pensamento lento, provocando queda no rendimento escolar;<br />
Cansaço e falta de energia freqüentes;<br />
Preocupação com pensamentos de morte ou suicídio;<br />
Redução da criatividade, iniciativa e compreensão;<br />
Choro sem motivo.</p>
<p><strong>Depressão na adolescência:</strong><br />
Agressividade;<br />
Alteração de apetite;<br />
Pensamento suicida;<br />
Isolamento social;<br />
Cansaço constante;<br />
Abandono das atividades preferidas;<br />
Discussões com pais e professores;<br />
Queda no rendimento escolar;<br />
Transtornos alimentares (anorexia e bulimia);<br />
Comportamento de risco, envolvendo sexo, drogas, bebidas, automóveis.</p>
<p><strong>O que motiva a depressão na infância?</strong><br />
São diversas as influências que levam uma criança a um quadro de depressão. Podem ser fatores genéticos ou ambientais, como sofrer bullying, maus tratos, situações de grande estresse, perda de pessoas da família ou próximas, vivem com doenças crônicas ou distúrbios de aprendizagem ou de comportamento.<br />
Quando são criadas de forma muito rígida, com críticas e intolerância, as crianças também correm o risco de desenvolver depressão, pois sentem que não podem se expressar com liberdade.</p>
<p><strong>Quando e como procurar ajuda?</strong></p>
<p>Agora que você conhece os sintomas, é importante verificar se a criança apresenta tais comportamentos ou características de depressão na infância.<br />
Caso se confirme, verifique a duração desse quadro. Com mais de dez dias, já é aconselhável consultar um pediatra que pode encaminhar para uma consulta psicológica especializada.<br />
O acompanhamento deve sempre ser acompanhado por pais, professores, pediatra e psicólogo infantil. Até os nove anos, geralmente o tratamento consiste apenas em sessões de psicoterapia.<br />
Após essa idade, caso a criança não apresente melhoras, podem ser introduzidos medicamentos antidepressivos, estimulantes e estabilizadores de humor.<br />
Durante o tratamento, é fundamental que a criança se sinta apoiada e amada. Os adultos devem respeitar seus sentimentos e orientar os colegas da mesma idade a fazer o mesmo.<br />
Realizar o tratamento é muito importante para a criança superar o transtorno sem ter seu desenvolvimento pessoal e rendimento escolar prejudicados.</p>
<p>O Recanto PSI conta com profissionais e estrutura especiais para atender crianças e adolescentes que estiverem em situação de depressão e outros transtornos.<br />
Procurar ajuda é fundamental. Agende uma consulta.</p>
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</article>
<p>Por Ediane Machado.</p>
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		<title>Violência infantil &#8211; Como perceber se a criança está sendo violentada?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anderson Barcelos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 13:42:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; VIOLÊNCIA INFANTIL – COMO PERCEBER SE A CRIANÇA ESTÁ SENDO VIOLENTADA? Violência Infantil – Como perceber se a criança está sendo violentada? Infelizmente a violência infantil vem sendo observada em todas as classes sociais, culturas. Pela OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece a violência como um grave problema de saúde pública, além de constituir [&#8230;]</p>
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<h2 class="entry_title">VIOLÊNCIA INFANTIL – COMO PERCEBER SE A CRIANÇA ESTÁ SENDO VIOLENTADA?</h2>
<div class="post_info"></div>
<p><strong>Violência Infantil – Como perceber se a criança está sendo violentada?</strong></p>
<p>Infelizmente a violência infantil vem sendo observada em todas as classes sociais, culturas. Pela OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece a violência como um grave problema de saúde pública, além de constituir uma violação dos direitos humanos. É uma ameaça a vida, altera a saúde, produz enfermidade e pode provocar morte.</p>
<p><strong>Mas quais seriam os tipos de violência?</strong></p>
<ul>
<li>Violência Física <em>“Toda ação que causa dor física numa criança, desde um simples tapa até o espancamento fatal representam só continuum de violência.”</em> (In: Azevedo, M. A.; Guerra, V. N. A. Violência Doméstica na infância e adolescência. SP: Robe, 1995)</li>
<li>Violência Psicológica – uma das formas de maus tratos mais difíceis</li>
</ul>
<p>ser identificada, pois não deixa sequelas visíveis. Porém, seus danos podem ser significativos para o desenvolvimento.</p>
<ul>
<li>Abuso Sexual – O abuso sexual pode ser definido, como “qualquer interação, contato ou envolvimento da criança em atividades sexuais que ela não compreende, não consente, violando assim as regras sociais e legais da sociedade” (Pires, 1999).</li>
</ul>
<p>Pode ocorrer de determinadas crianças terem seu desenvolvimento afetado por terem sofrido um dos tipos de violência. Os danos podem ser maiores em situações no qual a criança se sente sozinha, sem apoio ou afeto.</p>
<p><strong>E você pai, mãe ou responsável, como perceber se a criança está sendo violentada? Quais são os problemas que podem ser apresentados?</strong></p>
<ul>
<li>Problemas em dormir, pesadelos;</li>
<li>Depressão e incômodo em contatos físicos;</li>
<li>Comentário de que seu corpo está sujo;</li>
<li>Manifestação de medo que haja algo errado com seus órgãos genitais;</li>
<li>Dificuldade em ir para escola;</li>
<li>Mudança súbita na conduta de comportamento;</li>
<li>Agressividade;</li>
<li>Desenhos, jogos ou fantasias de atos de abuso sexual;</li>
<li>Comportamento suicida;</li>
<li>Medo fora do normal de uma determinada pessoa ou de certos lugares que já frequentou</li>
<li>Brincar de forma inapropriada com os brinquedos;</li>
<li>Masturbação excessiva;</li>
<li>Desenhos assustadores, ou em que são utilizados excessivamente cores preta e vermelha;</li>
<li>Sono excessivo;</li>
<li>Pesadelos;</li>
</ul>
<p>Faça o reconhecimento da situação de violência para assim dar o encaminhamento indicado, até mesmo em uma situação suspeita<strong>. Evite julgamentos e culpas, tranquilize a criança, seja paciente </strong>e denuncie.</p>
<p><strong>Saiba de alguns locais que pode procurar suporte.</strong></p>
<p>Ligue 100 – Disque Direitos Humanos, ligação gratuita, anônima e com atendimento 24 horas. Conselho Tutelar, veja o mais próximo a você.</p>
<p><strong>Delegacias comuns ou especializadas.</strong></p>
<p>CREAS/CRAS São os centros de referência de assistência social (CRAS) e os centros de referência especializados de assistência social (CREAS) oferecem o atendimento direto e especializado a crianças e adolescentes vítimas de violência sexual.</p>
<p>Polícia Militar 190 situações de emergência</p>
<p>Polícia Rodoviária Federal 191 denuncias de casos de violência e exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas brasileiras.</p>
<p>O Ministério Público, órgão responsável por fiscalizar o cumprimento da lei e defender os interesses sociais e individuais indisponíveis. Em relação a essas questões da infância e adolescência conta com o Centro de Apoio Operacional (CAO) garante a defesa e garantia das crianças e adolescentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Edilene Machado.</p>
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