Converse com um Psicólogo Profissional focado no público adolescente a qualquer hora, em qualquer lugar.
A intervenção é indicada quando sentimentos de inadequação, autocobrança excessiva e falta de confiança passam a comprometer o desenvolvimento e as relações do adolescente.
Discursos autodepreciativos constantes e sensação permanente de incapacidade.
Comparação destrutiva contínua com padrões irrealistas exibidos na internet.
Evitação de desafios, recusa em se expor por medo do julgamento e dependência excessiva da aprovação dos outros.
Um espaço acolhedor e isento de julgamentos, focado na desconstrução de crenças de desvalor.
Mapeamento dos pensamentos automáticos que sustentam a sensação de inferioridade.
Desenvolvimento de uma postura interna mais acolhedora e menos punitiva diante de falhas.
Identificação prática das habilidades e qualidades do próprio jovem.
A consolidação do autovalor é trabalhada por meio de exercícios práticos na rotina.
Uso de diários de autoaceitação e anotação de conquistas diárias.
Exercícios práticos para aprender a dizer "não" e estabelecer limites saudáveis nas relações.
Monitoramento da redução de comportamentos de esquiva no ambiente escolar e social.
*Consulte junto ao seu plano de saúde as condições para reembolso. Além disso, possuindo um dos planos abaixo, oferecemos descontos de até 30% no valor dos serviços particulares.





Desenvolvemos um fluxo simples para que você foque apenas no que realmente importa: a sua saúde mental.
Navegue por nossa rede de especialistas e encontre o perfil que melhor se alinha às suas necessidades e objetivos terapêuticos.
Selecione o melhor dia e horário na agenda do profissional, tudo de forma 100% online e instantânea através da nossa plataforma.
No momento agendado, acesse o link seguro e inicie sua sessão de terapia por vídeo com total privacidade e conforto.
As redes sociais atuam como potentes amplificadores, mas a baixa autoestima possui raízes multifatoriais, envolvendo dinâmicas familiares, histórico de bullying e personalidade.
A baixa autoestima torna-se clínica quando gera sofrimento psíquico intenso, isolamento e prejuízos persistentes na rotina social e acadêmica.
Utilizam-se o mapeamento de fortalezas pessoais, reestruturação de pensamentos automáticos de inadequação, diários de autoaceitação e treino de comunicação assertiva.
Os pais devem validar os sentimentos do jovem, elogiar o esforço e não apenas os resultados, e evitar comparações com irmãos ou colegas.